Existe algo que vemos com frequência quando chegamos em uma empresa pela primeira vez: a sensação de que está tudo bem.
Aparentemente a rotina está normal: o sistema liga, o e-mail chega, ninguém reclamou de nada. Afinal, o fornecedor de TI está no contato salvo no celular. Se acontecer alguma coisa, é só ligar.
O problema é que ela raramente reflete a realidade da estrutura.
Quando chegamos para apresentar a Fluir, fazemos um diagnóstico inicial antes de qualquer conversa sobre solução. E o que encontramos de forma consistente, em empresas de todos os tamanhos, todas com fornecedor de TI ativo, são situações que existem há meses ou anos sem que ninguém tivesse percebido.
Uma das situações mais comuns que encontramos envolve o firewall, aquele equipamento responsável por controlar o que entra e sai da rede da empresa. Ele está ligado com sua luz verde e o painel respondendo: mas a licença venceu há dois anos.
Isso significa que as atualizações de segurança pararam na data do vencimento. O equipamento continua funcionando, só que ele não conhece mais as ameaças que surgiram desde então.
A mesma situação se repete com antivírus. Em boa parte das empresas que visitamos, uma quantidade significativa de equipamentos está com proteção vencida.
É como um segurança na porta que não foi treinado para reconhecer as ameaças de hoje.
Outra situação que encontramos com frequência: a empresa tem domínio próprio, e-mail corporativo configurado, tudo certo no papel. Mas no computador da empresa, os colaboradores acessam Gmail, Hotmail e é por ali que boa parte da comunicação real acontece.
Pedido de cliente respondido pelo e-mail pessoal. Documento enviado por conta particular. Informação da empresa transitando por servidores que a empresa não controla, não monitora e não consegue acessar se precisar.
Mas do ponto de vista de segurança e conformidade com a LGPD, cada dado que sai pelo e-mail pessoal de um colaborador é um dado fora do controle da empresa.
Quando perguntamos sobre gestão de senhas, as respostas variam. Mas o cenário que encontramos na prática costuma ser parecido: senhas anotadas em post-its colados no monitor, salvas no bloco de notas do computador, compartilhadas entre dois ou três colaboradores que precisam acessar o mesmo sistema.
Quando todo mundo entra com a mesma credencial, ninguém é responsável pelo que acontece com aquele acesso.
Esse talvez seja o ponto que mais surpreende os gestores quando mostramos.
Um colaborador pediu demissão há seis meses. Mas o e-mail corporativo dele ainda está ativo com o acesso ao sistema de gestão e as pastas compartilhadas, disponíveis.
O risco, no entanto, é o mesmo. Um acesso ativo nas mãos de alguém que não faz mais parte da empresa é uma vulnerabilidade.
Quase toda empresa que visitamos faz backup. Mas quando perguntamos quando foi a última vez que testaram se a restauração realmente funciona, a resposta quase sempre é a mesma: nunca.
Ter o backup rodando não é ter garantia. Afinal, um arquivo pode estar corrompido, o destino pode ter ficado sem espaço e a configuração pode ter mudado em alguma atualização.
E a verdade sobre o backup só aparece no momento em que você mais precisa que ele funcione. Nesse momento, descobrir que não funciona não é só um problema técnico. Pode ser a diferença entre retomar a operação em horas ou perder muito tempo de trabalho.
Essas situações não são exclusividade de empresas pequenas ou descuidadas. As encontramos em indústrias sérias, bem gerenciadas, com anos de mercado. Empresas que investem, que crescem, que se preocupam com o negócio.
O ponto em comum é a ausência de gestão contínua: alguém que olha para esses detalhes todos os dias, que avisa antes de virar problema, que não espera você ligar para agir.
Se você reconheceu alguma dessas situações na sua empresa, provavelmente existem outras que você ainda não sabe que existem.
Essas são algumas das situações que a Fluir está pronta para resolver.