A saída de um funcionário é algo natural em qualquer empresa, não importa o motivo: mudanças de carreira, novas oportunidades, reorganizações internas.
Essa é uma realidade na dinâmica dos negócios, mas o que vamos abordar aqui é um ponto que muitos empresários não percebem. Junto com a saída de uma pessoa, pode existir algo mais sensível: o acesso às informações da empresa.
Durante o dia a dia das empresas, na maioria delas, os acessos digitais vão sendo liberados conforme a necessidade. Um sistema, uma pasta compartilhada, um login para resolver uma urgência pontual, uma senha comum entre setores…
Com o tempo, essa estrutura cresce de forma desorganizada e com a saída de um colaborador podem surgir algumas perguntas difíceis de responder:
Na maioria das vezes, ninguém sabe.
Dependendo da função do colaborador, os acessos podem envolver informações sensíveis como:
Mesmo que não exista má intenção, a simples falta de controle já representa um risco.
Outro problema comum acontece quando informações importantes ficam vinculadas a contas pessoais.
Por exemplo:
Quando essa pessoa sai, parte da memória digital da empresa pode ir junto e recuperar essas informações pode não ser uma tarefa simples.
Empresas maduras tratam a gestão de acessos como parte essencial da segurança da informação.
Isso significa:
Esse controle protege não apenas os dados, mas também a própria empresa.
Quando a empresa tem gestão de acessos organizada, a saída de um colaborador deixa de ser um risco. Basta seguir um processo simples:
Na Fluir, ajudamos empresas a estruturar o controle de acessos e a organização das informações. Nosso objetivo é garantir que os dados estejam protegidos e que a empresa mantenha o controle sobre aquilo que realmente importa: sua informação.
Fale com a Fluir!